Principais indicadores para gestão de frotas

Principais indicadores para gestão de frotas

Como saber se a minha frota está dimensionada corretamente? Como saber o momento ideal para atualização da minha frota? Como planejar manutenções da frota? Como calcular custos operacionais para definir preços dos serviços? Como avaliar a qualidade dos meus processos?

Essas são algumas perguntas que a gestão de indicadores irá ajudar o gestor de frotas a responder.


POR QUE OS INDICADORES SÃO IMPORTANTES?

Aquilo que não se mede não se pode melhorar.

Os indicadores sobre performance de frotas de transporte permitem o controle, análise e melhoria de processos organizacionais, a fim de permitir a integração dos processos dos diversos setores para a convergência das metas micro e macro da empresa. Com base nas informações quantitativas fornecidas por estes indicadores é possível realizar uma avaliação crítica do desempenho do sistema de transporte e logística, bem como da qualidade do serviço prestado.

Indicadores de gestão de frotas fornecem os dados necessários para o gestor ter o pleno e completo entendimento da situação operacional, fornecendo as bases para avaliar os desperdícios definir plano de ação, direcionar o foco e os recursos para atingir os objetivos e metas traçadas.


COMO DEFINIR UM INDICADOR?

Um indicador deve ser usado para facilitar o processo de tomada de decisão pelos gestores, portanto devem ser simples, claros e de fácil acesso para atualização periódica.

O custo para a aquisição dos dados que permitirão o cálculo dos indicadores deve ser baixo para que se tenha um bom retorno sobre este investimento através da redução de custos via melhoria de processos.


QUAIS SÃO OS INDICADORES MAIS IMPORTANTES?

O principais indicadores para gestão de frota são:

Horas trabalhadas com o veículo: Esse indicador representa o tempo de horas de trabalho do veículo ou equipamento. É um indicador útil para avaliar o grau de ociosidade da frota e o seu correto dimensionamento. Baixos valores de horas trabalhadas significa que a frota poderia ser reduzida para que haja uma elevação na taxa de utilização total.

Horas ociosas: Corresponde ao período em que o veículo está totalmente disponível porém não está trabalhando, ou seja, é igual ao período de disponibilidade menos as horas trabalhadas e horas de manutenção. Também é importante para avaliar o dimensionamento da frota.

Custo Operacional do Veículo (COV): O custo operacional de um veículo é formado por todas as parcelas de custos fixos e variáveis a ele relacionados. A partir dele é possível calcular o custo por serviço, por hora ou por quilômetro, que são indicadores fundamentais na composição do preço do serviço prestado. Essa análise permite ao gestor visualizar o impacto de cada parcela de custo na operação da sua frota e a partir disto definir melhorias a serem implementadas para reduzir custos.

Consumo de combustível: O consumo médio de combustível (km/litro) permite um controle efetivo do abastecimento de combustível, custos operacionais e também a comparação da eficiência de modelos diferentes de veículos e modo de condução do motorista. Dessa forma, é possível avaliar veículos que consomem mais e que podem precisar de manutenção ou motoristas que estão dirigindo de maneira inadequada e precisam de treinamento adicional.

Idade média da frota: A idade média da frota possibilita uma rápida visão da condição operacional dos veículos e contribui para a implementação de programas de renovação e dimensionamento de frotas. O parâmetro deve ser adequado para cada tipo de atividade desenvolvida pela empresa, qualidade do serviço prestado e recursos disponíveis.

Custo médio com manutenção: O custo médio com manutenção e o número de manutenções realizadas em um determinado período permite avaliar se o plano está adequado e se o serviço está sendo realizado da maneira correta. A frequência de manutenção pode indicar a necessidade de substituição do veículo, idade média de frota muita alta ou até mesmo que o modelo do veículo não está adequado às condições operacionais.

Taxa de acidentes e sinistralidade: A taxa de acidentes e sinistralidade permite rastrear locais de maior chance de ocorrem roubo de carga para otimizar a rota de entrega e também o modo de condução dos motoristas. É possível avaliar se um motorista específico está cometendo muitas infrações e necessita de treinamento, por exemplo. O custo com esses eventos são mais difíceis de prever porém uma análise de padrões pode contribuir para melhorias que ajudem a minimizá-los.


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Indicadores de gestão de frotas podem evidenciar custos que podem ser reduzidos e melhorias que irão contribuir para prolongar a vida útil da frota. O comparativo entre esses indicadores irá oferecer uma visão real sobre a qualidade dos processos da empresa e os seus resultados, permitindo um melhor alinhamento para tomada de decisões e desenvolvimento de novos processos.

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