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Como comunicar aos motoristas sobre o controle do modo de condução

Como comunicar aos motoristas sobre o controle do modo de condução

Sistemas de rastreamento, monitoramento ou telemetria muitas vezes podem ser vistos como “dedo duro”, forma do gestor de estar vigiando ou monitorando o motorista e até mesmo invadindo o espaço dele. Esses sentimentos podem levar a uma certa tensão entre motoristas e gestores no momento em que a empresa decide pela implementação de um sistema de telemetria e controle do modo de condução do motorista. Os motoristas querem ter a confiança dos seus gestores e também a sua privacidade, enquanto os gestores querem garantir a segurança e eficiência da operação como um todo. Apesar das dúvidas e receios dos motoristas no momento de uma implantação de sistema como essa eles próprios são muito beneficiados. Para garantir que os motoristas estejam confortáveis com o processo e entendam perfeitamente o que está ocorrendo e porque é importante que o gestor tenha a abordagem adequada. Neste artigo vamos apresentar algumas dicas de como o gestor de frotas pode abordar o seu time de motoristas para comunicar a implementação de uma ferramenta de telemetria que irá controlar o modo de condução deles. 1. **Seja franco** A pior coisa que existe para um gestor é perder a confiança do seu time. Por isso é fundamental que o gestor seja honesto e transparente com os motoristas. Qualquer falha de comunicação que faça o motorista entender o projeto de um jeito e ver na prática outra coisa sendo aplicada pode levar a quebra de confiança e perda de moral. Ser honesto além de tudo mostra como você valorize e respeita o seu time, mostra que você confia neles. É muito comum ver gestores que não querem que o motorista saiba que o veículo está equipado com o sistema de telemetria para “pegar ele no flagra”. Isso pode fazer com que você descubra péssimos comportamentos e até mesmo demita alguns motoristas que cometeram irregularidades, por outro lado, pode levar aqueles que ficaram na empresa e ficarem paranoicos, preocupados, receosos o tempo inteiro com você e até mesmo resistentes ao seu modo de gestão. 2. **Expliquei o porque** Os seus motoristas não irão seguir ordens de bom grado apenas porque você mandar. Claro, eles irão te obedecer, mas responderão muito melhor a situação se entenderem o por que aquilo precisa ser feito e o impacto que aquilo terá na empresa. Primeiro, você deve mostrar ao motorista os benefícios que a telemetria e controle do modo de condução trará para ele em termos de segurança, ganhos de produtividade e eficiência. Segundo, você deve mostrar ao motorista o impacto que isso tem no resultado da empresa como um todo, fazendo com que ele se sinta importante e fazendo com que ele perceba que o trabalho dele é fundamental para que a empresa atinja os seus objetivos. Assim, eles irão se sentir parte concreta do resultado da empresa e irão querer contribuir mais com isso. 3. **Mostre como funciona e os benefícios** Os motoristas ficarão muito mais tranquilos se eles entenderem como a tecnologia por trás do sistema funciona. Eles vão saber exatamente o que o sistema faz, quais parâmetros ele analisa, como ele avalia o seu modo de condução. Eles precisam entender bem e não ter dúvidas sobre o que o sistema de telemetria faz para que sejam receptivos a ele. O uso do sistema traz uma série de benefícios como: \- Maior segurança durante a jornada de trabalho; \- Menor frequência de quebra e dano ao veículo; \- Ganho de produtividade; \- Maior treinamento; \- Maior objetividade na avaliação de performance e transparência na comunicação. 4. **Implemente benefícios** Um dos maiores receios dos motoristas quando os gestores vão implementar um sistema de telemetria veicular para controle do modo de condução do motorista é que eles pensam que isso será feito para penalizá-los. Os motoristas ficam com a sensação de que o gestor está buscando por falhas para criticá-los e penalizá-los. O gestor precisa mostrar que esse não é o objetivo do sistema de telemetria veicular. Ele deve apresentar o sistema como uma ferramenta educacional, focada em mostrar ao motorista como ele pode ser um profissional melhor se eliminar alguns hábitos de direção que reduzem a eficiência do veículo e aumentam os riscos de acidentes. Uma forma de fazer isso é criando programas de premiação para os motoristas com melhor performance. Isso cria uma competição saudável dentro do time, pois todos os motoristas vão querer estar no topo do ranking para ganhar os prêmios oferecidos.

Como calcular o TCO (Custo Total de Propriedade) de um veículo

Como calcular o TCO (Custo Total de Propriedade) de um veículo

Cortar e controlar custos da frota. Esse é com certeza um dos principais objetivos de todos os gestores de frota. Entretanto, como reduzir os custos da sua frota sem antes saber qual a sua composição? Como tomar uma decisão sobre melhores formas de reduzir custos se não sei ao certo quais são os meus maiores gastos, desperdícios e custos ocultos? É para te ajudar a responder perguntas como essa que entra em cena o TCO (Custo Total do Propriedade) do veículo. **O QUE É O TCO (CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE) DE UM VEÍCULO?** O TCO (Custo Total de Propriedade, do inglês Total Cost of Ownership), é um indicador que estima qual o valor total gasto por uma empresa para ter e manter um veículo na sua operação. É o cálculo geral de todos os custos de aquisição e manutenção dos ativos da frota. Essa métrica é fundamental para que o gestor possa entender o custo real com os seus veículos e desenvolver a partir uma gestão estratégica de frotas. No caso de frotas de veículos o TCO é composto por itens como parcela de financiamento, custos de pneus, manutenção corretiva, manutenção preventiva, combustível, sistemas de gestão, multas, documentos e tudo mais que for necessário gastar para garantir as condições operacionais do veículo. **PARA QUE SERVE O CÁLCULO DO TCO DE UM VEÍCULO?** É ideal que todos os gestores de frota entendam a composição dos custos dos seus veículos e quanto eles custam para a empresa, para que a partir disso possam elaborar ações assertivas que visem a redução de custos e ganho de eficiência. O TCO é a principal métrica de avaliação de custos em uma frota e um indicador essencial para avaliar a rentabilidade da sua operação. Sem ele será impossível saber se os seus investimentos estão com retorno positivo ou negativo. **Decisões mais assertivas** Se você quer, por exemplo, tomar uma decisão entre locar, terceirizar, agregar ou ter frota própria, é a partir da comparação do TCO do veículo com o valor cobrado pela locadora, empresa de terceirização ou pelo serviço do motorista agregado, que você conseguirá tomar a decisão correta em termos financeiros. Se o seu TCO for maior do que o custo com a terceirização, já é um bom indicativo para a mudança. Porém, se você não sabe o valor do seu TCO, não há como decidir. Outro exemplo, é uma decisão de compra de veículo a análise de TCO pode mostrar que é melhor comprar um veículo mais caro inicialmente, porém com menor consumo, pois assim, ao longo do ciclo de vida desse veículo o menor custo de uso dele irá compensar o custo de aquisição. **Visibilidade de custos ocultos** Parar para calcular o TCO também ajuda o gestor a ter uma visão mais clara do que está consumindo os seus recursos e as vezes o faz perceber que alguns custos existem e ele não estava atento a sua magnitude. Assim, é através de uma análise detalhada do TCO que custos ocultos serão descobertos e reduções de custo verdadeiras poderão ser feitas na frota. **Planejamento financeiro assertivo** Por fim, ter uma visão clara do TCO ajudará o gestor a realizar o seu planejamento financeiro e orçamento com mais assertividade, pois ele saberá quanto seu ativo custará tanto no curto quanto no longo prazo. A clareza com relação aos itens de custo faz com que os seus gastos se tornem mais previsíveis e planejáveis, assim como evita que algo seja esquecido, fique fora do planejamento e provoque um desvio futuro no orçamento. **COMO CALCULAR O TCO DE UM VEÍCULO?** O cálculo de TCO vai depender inicialmente do modelo de frota que a empresa possui, locada ou própria. Em cada caso a composição de custos é um pouco diferente. Por exemplo, no caso de frota própria é preciso considerar seguro, financiamento, manutenção preventiva, emplacamento, licenciamento. Todavia, todos esses itens já estão inclusos na mensalidade do carro alugado, em que você basicamente tem gastos com a mensalidade, manutenção corretiva e combustível. Mas, de maneira geral o TCO é composto pelo custo de aquisição, no caso a parcela mensal de financiamento (que não existe no caso de frota alugada), custos de manutenção, utilização e depreciação (também aplicável apenas no carro próprio). Assim em linhas gerais temos que: TCO = (Valor de compra do veículo) + (despesas de uso) + (custos de manutenção) – (valor de revenda do veículo) - Valor de compra do veículo ou custo de aquisição: representa o total investido para a compra de um ativo ou no caso de uma avaliação mensal, o valor pago mensalmente pelo financiamento. - Despesas de uso: São todos os custos relacionados ao uso do veículo durante o dia a dia na empresa como combustível, pedágio, lavagem etc. - Custos de manutenção: São os custos relacionados às manutenções corretivas e preventivas dos veículos, necessárias para garantir a sua vida útil e disponibilidade. - Depreciação: A depreciação é um cálculo bastante difícil de ser feito, pois a operação da empresa impacta diretamente no desgaste e perda de vida útil do veículo, o que impactará no seu valor final de revenda. Mas, em linhas gerais a depreciação é a perda de valor de mercado ao passar do tempo pelo ativo, onde: Valor de revenda = Valor de compra – Depreciação Como todo indicador, a sua capacidade de calcular um TCO preciso dos seus veículos dependerá diretamente da sua capacidade de medir adequadamente cada uma das parcelas de composição do TCO. Por esse motivo é necessário listar os itens que compõe cada uma das categorias citadas acima. Claro que as variáveis envolvidas nesse cálculo são muitas e nem sempre pode ser necessário ter o esforço gerencial de medir todas. Idealmente você deveria medir cada custo da sua frota, mas sabemos que isso nem sempre é possível e é melhor, às vezes, trabalhar com o Pareto dos 20% de itens que representam 80% dos custos do que despender um esforço gerencial muito grande para medir tudo. Tudo dependerá também do nível de exigência e maturidade em gestão de frotas da sua organização. Em alguns casos é possível construir uma boa análise de TCO apenas com os principais itens de custo da frota. **PLANILHA DE CÁLCULO DE TCO DE UM VEÍCULO** O uso de planilhas para o cálculo do TCO não é algo muito recomendado. Dada a natureza complexa desse cálculo, quantidade de itens de custo envolvidos, volumes de transações que precisam ser realizadas, é recomendável o uso de um software de gestão de frotas. Uma ferramenta de gestão de frotas é grande aliada do gestor nesse momento, pois nela o gestor poderá registrar todos os custos de um veículo, categorizar, avaliar a quilometragem percorrida e outros indicadores que o ajudarão no cálculo do TCO. Muitas ferramentas inclusive, quando bem alimentadas, podem fornecer para o gestor o cálculo automático do TCO. Uma ferramenta de integração de dados também é bastante útil. Uma vez, que no mercado o mais comum é que o gestor de frotas tenha uma solução de abastecimento, uma de rastreamento e telemetria, outra de pedágio e uma de custos de manutenção e despesas gerais, é essencial que tudo isso seja integrado e centralizado em um outro local onde o TCO poderá ser efetivamente calculado. É importante ressaltar também que os custos de uso do veículo podem variar de acordo com o tipo de operação. Por exemplo, em operações de transporte de carga valiosa pode ser necessário ter um seguro mais robusto para a carga, um sistema de telemetria mais completo e um gestor de risco. Enquanto isso, uma operação mais simples pode precisar apenas de um sistema de monitoramento básico sem seguro. Algumas empresas podem usar um sistema de roteirização e gestão de entregas, mas outras que não são da área de distribuição não tem essa necessidade. Portanto, é preciso entender as particularidades do seu negócio e o que você precisa para mantê-lo em pleno funcionamento.

Quais as multas mais cometidas pelos motoristas?

Quais as multas mais cometidas pelos motoristas?

Você pode estar se preocupando qual o sentido por trás de entender quais as infrações de transito mais cometidas, o ponto aqui é o seguinte: você só conseguirá medir e controlar aquilo que você conhece. Seja você gestor/gestora de frota ou responsável pela condução dos veículos, esse assunto é de extrema importância para lhe ajudar a estar 100% alinhado com as melhores práticas de gestão. A ideia desse texto é além de levantar as principais infrações e como elas afetam a sua gestão, trazer também algumas ações que podem ser tomadas a fim de reprimir os comportamentos perigosos que podem resultar em multas, acidentes e perdas de todos os tipos. **Excesso de Velocidade** Você sabia que a principal causa de óbito de pessoas entre 5 e 29 anos no mundo está ligada ao excesso de velocidade, de acordo com a OMS em seu Relatório Global sobre o Estado da Segurança Viária? A preocupação com a vida precisa ser sem dúvidas a principal razão que motiva a boa condução, vamos falar abaixo das perdas financeiras e das consequências para os condutores, porém nenhuma multa será capaz de reaver as perdas humanas que podem ocorrer. No que diz respeito às consequências financeiras e em pontos na carteira existe uma relação de dependência com o percentual medido acima do limite máximo: * Caso o valor excedido esteja abaixo de 20% do limite máximo da via: infração média (4 pontos) e R$ 130,16 em multa; * Caso o valor excedido esteja entre 20% e 50% do limite máximo da via: infração grave (5 pontos) e R$ 195,23 em multa; * Caso o valor excedido esteja acima de 50% do limite máximo da via: infração gravíssima (7 pontos) e R$ 880,41 em multa (esse é o valor da multa gravíssima multiplicado por 3). **Uso do Celular** Que os celulares são uma incrível contribuição para a produtividade e comunicação das empresas não restam dúvidas, no entanto é importante entender que existem contextos para o uso dessa tecnologia. Para entender mais a respeito dos riscos relacionados ao uso do celular sugerimos conferir um [artigo escrito aqui nesse blog](https://infleet.com.br/blog/como-reduzir-multas-por-excesso-de-velocidade-na-sua-frota-transporte). Do ponto de vista do Código de Trânsito dirigir falando ao celular constitui infração gravíssima (7 pontos) e multa de R$ 293,47. No entanto, mais do que pontos e cifras, vale refletir sobre o resultado perigoso que acompanha esse desvio, às vezes o tempo para responder uma mensagem pode ser de apenas 5 ou 10 segundos, mas imagina o que pode ocorrer caso você esteja apenas a 72 km/h, em apenas 10 segundos você irá andar 200 metros (quase dois campos de futebol!). Infelizmente já sabemos no que isso pode resultar e como gestor o seu objetivo deve ser remover por completo essa prática dentro da sua equipe. **Ultrapassar o Sinal Vermelho** A ultrapassagem do sinal vermelho é uma causa frequente de multas, além dos 7 pontos, que constituem a infração gravíssima, existe também uma multa no valor de R$ 293,47. Geralmente esse tipo de infração é cometida quando o condutor está com muita pressa e por conta disso se descuida. Uma prática que deve ser adotada envolve estimular a direção defensiva e melhorar os planejamentos de rotas para evitar corridas desnecessárias e evitáveis. Se você acredita que controlar as ações levantadas acima é uma tarefa importante e deseja saber como trazer essa realidade para dentro da sua organização, então deixa a nossa equipe comercial saber como lhe auxiliar nesse processo, temos além de um produto fantástico que vai lhe ajudar a transformar a Gestão da sua Frota, temos uma equipe de Sucesso do Cliente que irá acompanhar toda a sua jornada, permitindo que você alcance os seus objetivos de controle da frota.