Tecnologia de ponta para gestão de frotas

Maior transparência da sua operação através de plataformas modulares de roteirização, manutenção, monitoramento e abastecimento.


Nossas soluções


Alinhadas com o conceito de Torre de Controle Logístico, fornecemos ferramentas capazes de economizar seu tempo e otimizar sua operação

Roteirizador

Otimize as suas rotas em questão de minutos considerando as condições de cada cliente

Monitoramento

Acompanhe a posição dos seus veículos em tempo real e gere indicadores da sua operação

Manutenção

Receba alertas e controle as ordens de serviço considerando os planos de manutenção de cada veículo

Abastecimento

Reduza os custos com combustível acompanhando a autonomia da sua frota e histórico de abastecimentos

Roteirizador

Perfeito para otimização de processos

Garanta a melhor roteirização para sua operação com as funcionalidades do nosso algoritmo personalizado

  • Previsão de custos de rota
  • Roteiros automatizados
  • Redução de consumo do combustível
  • Redução de custo com manutenção
  • Controle de carga em cada viagem

Monitoramento

Tenha um maior controle da sua operação

Acompanhe a localização da sua frota em tempo real e consulte relatórios de eficiência do seu negócio

  • Limite de velocidade
  • Pontos de parada
  • Horas ligado
    + Horas parado
  • Cercas virtuais
  • Histórico de rotas
  • Acelerações, curvas e frenagens bruscas

Gestão da Manutenção

Maior controle de custos da sua operação logística

Realize o controle das manutenções corretivas e preventivas dos seus veículos e equipamentos para reduzir seus custos

  • Plano de manutenções preventivas
  • Alertas de manutenção
  • Histórico de manutenções
  • Registro de ordem de serviço
  • Controle de custos
  • Indicadores de manutenção

Gestão de Abastecimento

Tenha um maior controle da sua operação

Realize o controle de abastecimentos dos seus veículos e equipamentos para gerir os seus gastos com combustível

  • Lançamento de abastecimentos pelo App
  • Registro de abastecimento
  • Cálculo de autonomia
  • Dashboard interativo
  • Controle de estoque para postos internos

Empresas que confiam


+ 10.000.000

km monitorados

+ 10

prêmios de inovação

100%

território nacional

Quem já falou da gente

Fique por dentro

Inteligência de negócios (Business Intelligence - BI) aplicado à gestão de frotas

Inteligência de negócios (Business Intelligence - BI) aplicado à gestão de frotas

23 de outubro de 2020

O mercado atual está cada vez mais competitivo. Isso pode até soar clichê, mas é verdade. As empresas hoje não podem mais depender da intuição, experiência, bom senso ou jeito para negócios dos seus gestores para tomar decisões estratégicas. Isso pode até ter funcionado antes, mas hoje já não é suficiente. É preciso ter boas estratégias para ter sucesso, atingir bons resultados. Nesse cenário, as empresas tem usado o grande volume de dados que são gerados em suas operações para fazer previsões e analisar tendências. Muito se escuta atualmente sobre decisão baseada em dados, análise de dados ou análise de tendências, como estratégias de gestão para auxiliar na tomada de decisões mais assertivas. Mas afinal, como você pode fazer isso na sua gestão de frotas? Você pode fazer isso utilizando o Business Intelligence (BI). Neste artigo vamos explicar o que é o Business Intelligence e como ele pode ser aplicado na sua gestão de frotas para maximizar os seus resultados. **O QUE É O BUSINESS INTELLIGENCE (BI)** O Business Intelligence é um processo de coleta, organização, tratamento e análise de grandes volumes de dados de diferente fontes utilizados para facilitar a tomada de decisão na empresa. Na prática, o BI é a coleta de uma série de dados da operação, devidamente escolhido com base em indicadores que se deseja monitorar, que são convertidos em informação gerencial e que podem ser facilmente interpretados em relatórios, indicadores e acompanhamento de metas. Por meio dessa análise dados os gestores podem avaliar tendências dos processos e dos negócios, elaborar táticas e tomar decisões eficientes, pois os dados irão clarear tudo o que está ocorrendo com o negócio nesse momento. **COMO APLICAR O BI À LOGÍSTICA E GESTÃO DE FROTAS** No caso da logística e da gestão de frotas você pode aplicar o business intelligence de diversas formas. Os sistemas de ERP, TMS, rastreamento veicular, telemetria veicular, WMS possuem inúmeras informações sobre tudo o que ocorreu com a empresa, porém está tudo desorganizado, separado. As ferramentas de BI irão coletar dados de todas essas fontes compilando tudo, em gráficos e tabelas e tornando a informação mais fácil de ser interpretada. Adeus planilha! Adeus excel! Na área de roteirização e controle de entregas/coletas a ferramenta de BI saberá quais épocas do ano você tem maior volume de entrega para planejar o dimensionamento da frota. Saberá quantas entregas você está fazendo corretamente, quantas estão em atraso, qual o motorista mais produtivo, qual o principal motivo de devolução de carga, tudo! No âmbito da gestão de frotas, você terá controle de custos de manutenção, combustível, pneus, tudo o que for necessário para calcular o custo operacional da sua frota e o seu custo por quilômetro. **BENEFÍCIOS DO BUSINESS INTELLIGENCE** **** **1. Conhecer o custo real da sua frota** Saber o custo por quilômetro da sua frota não é uma tarefa simples. Esse custo é composto de uma série de itens como combustível, manutenção, pneus, salário de motorista, pedágio, multas, depreciação, custo de oportunidade, entre outros. Muitas vezes a empresa tem controle de cada um desses custos em locais separados, um sistema de RH com o salário do motorista, um sistema de manutenção com custos de pneus, peças e serviços, um cartão de abastecimento e um cartão de pedágio. O controle de quilometragem em um sistema de rastreamento veicular. São tantas plataformas que o gestor tem grande dificuldade em compilar tudo em um único local e avaliar qual está sendo realmente o seu custo por quilômetro para cada carro. O Business Intelligence irá reunir todas essas informações separadas, gerar indicadores dos mais variados, sendo um deles o custo por quilômetro. Indicador esse que é essencial para a avaliação de lucratividade de uma rota, planejamento de entregas e cálculo do custo de um frete. **2. Controlar o modo de condução do motorista** O modo de condução do motorista é um dos fatores que mais influenciam o custo operacional dos veículos. Sabemos que a forma como o motorista dirige impacta diretamente nos custos de manutenção, combustível, pneus e na depreciação do caminhão. Assim, controlar o modo de condução do motorista é fundamental. Esse modo de condução do motorista está refletido em uma série de dados da dinâmica veicular, os dados de telemetria. O business intelligence organizará os dados de telemetria, como RPM, velocidade, aceleração, curvas, frenagens para criar um ranking dos melhores motoristas e te indicar aqueles que estão performando bem e aqueles que estão dirigindo mal e por isso precisam de treinamento. Muitas ferramentas de telemetria veicular fazem a coleta de dados da rede CAN, mas não disponibilizam a informação detalhada, em relatórios para a sua interpretação. Esse papel é do Business Intelligence. **3. Verificar oportunidades de redução de custos** Os dados do BI irão mostrar ao gestor oportunidades de melhoria nos negócios. Com o Business Intelligence você poderá cruzar informações de consumo de combustível com o modo de condução do motorista para ver o comportamento que está fazendo a autonomia do veículo ser melhor ou pior e a partir disso melhorar a perfomance da sua equipe. Assim, você poderá implementar uma cultura de direção econômica na sua frota. Você poderá ver os tempos táticos da sua operação para otimizar ela, conseguindo realizar mais serviços com o mesmo número de carros. **4. Visualizar metas e resultados** Visualizar metas e resultados é o grande segredo do BI. Toda a saúde do seu setor ou negócio está clara. A partir dos dados disponíveis você terá indicadores que mostraram como está performando cada setor da empresa, cada pessoa, cada veículo. Você poderá compreender onde estão os gargalos e a a partir disso criar planos de ação de melhorias. A tecnologia da Infleet em gestão de frotas permite a você ter o total controle e transparência na gestão de frotas da sua empresa, tanto do ponto de vista operacional quanto de custos, contribuindo para uma tomada rápida de decisões. Quer saber como a tecnologia Infleet pode ajudar a sua empresa? Clique [aqui](https://infleet.com.br/trial).

Pirâmide de desvios e a prevenção de acidentes no trânsito

Pirâmide de desvios e a prevenção de acidentes no trânsito

29 de setembro de 2020

Garantir a segurança operacional dos motoristas, da frota, da carga e de todos os envolvidos no processo de entrega dos produtos é um dos grandes desafios do gestor de frota. Neste artigo vamos falar de uma algumas ferramentas muito usadas na segurança do trabalho, a Pirâmide de Dupont, a Pirâmide de Bird e a Lei de Heinrich e como essas ferramentas podem ser aplicadas na gestão de frotas a fim de aumentar a sua segurança. Muitas vezes, por possuírem motoristas antigos e experientes na frota, ouço gestores falando que não precisam se preocupar com a forma como esses motoristas estão dirigindo, por que eles nunca sofreram um acidente. Porém, isso é um grande engano. Como veremos adiante, esses motoristas já podem ter cometido uma série de pequenas infrações que não resultaram em um acidente ou provocaram apenas danos leves ao veículo, mas que no futuro irão resultar, eventualmente, em um caso mais grave. Por isso, sejam seus motoristas novatos ou experientes, tendo sofrido [acidentes](https://infleet.com.br/blog/como-evitar-acidentes-no-transito-motorista) ou não, é preciso estar sempre muito atento e monitorar a forma como eles estão conduzindo os veículos. Crie uma cultura de segurança na sua equipe. **A LEI DE HEINRICH** Existe uma grande verdade sobre acidentes. Os acidentes não ocorrem por acaso, sem justificativa ou motivo. Sempre haverá uma causa para que um acidente ocorra. Ainda nos anos 30 [Hebert William Heinrich](https://en.wikipedia.org/wiki/Herbert_William_Heinrich), um dos pioneiros em segurança industrial dos EUA, publicou um livro chamado Industrial Accident Prevention (Prevenção de Acidentes Industriais, tradução livre) e a análise realizada por ele tornou-se conhecida como Lei de Heinrich. Heinrich analisou cerca de 75 mil acidentes de trabalho em relatórios submetidos a seguradoras americanas e concluiu que para cada acidente sério de trabalho haviam ocorrido 29 acidentes pequenos e 300 acidentes sem ferimentos. Além disso, Heinrich acreditava que esses acidentes que todos esses acidentes tinham uma causa, para ele não havia infortúnio. Analisando os dados Heinrich concluiu que as principais causas de acidentes eram: * Personalidade do trabalhador; * Falha humana no exercício do trabalho; * Prática de atos inseguros; * Condições inseguras no local de trabalho. Ao analisarmos as [principais causas de acidentes de trânsito no Brasil](https://infleet.com.br/blog/como-a-telemetria-te-ajuda-a-prevenir-acidentes) vemos que a análise de Heinrich permanece atual, uma vez que os 10 principais motivos de acidentes no Brasil estão dentro das causas de Heinrich. **A PIRÂMIDE DE BIRD** Ao longo da década de 60, Frank Bird Jr aprofundou os estudos realizados por Heinrich, analisando mais de 90 mil acidentes de trabalho na siderúrgica Luckens Steel. Bird não analisou apenas acidentes que provocaram danos a pessoas mas também danos ao ambiente e ao patrimônio das empresas. Bird então chegou a uma nova proporção de acidentes: a cada 500 acidentes com danos materiais, ocorrem 100 acidentes com danos leves ao trabalhador e 1 acidente fatal. Ele observou que além dos acidentes com danos pessoais analisados por Heinrich haviam acidentes sem danos ao indivíduo porém com danos ao patrimônio. **A PIRÂMIDE DE DUPONT** A análise de Heinrich e Bird estavam com suas atenções voltadas para casos de perdas indenizatórias, então a empresa DuPont criou uma nova pirâmide de desvios, agora focada na prevenção de acidentes. A empresa então considerou as seguintes proporções: 1 acidente fatal – 30 acidentes com afastamento – 300 acidentes sem afastamento – 3000 quase acidentes – 30000 desvios. Esta é a pirâmide que será usada para analisar a segurança em uma operação de frotas. ![piramide-bird-gestao-frotas](/img/piramide-bird-acidente-frotas.webp) Fonte: Falando de Proteção. Essa pirâmide mostra a importância de se registrar todos os eventos relacionados a segurança e depois tratá-los de maneira adequada. No caso de uma operação de frotas, registrar todos os dados do [modo de condução do motorista](https://infleet.com.br/blog/o-que-e-conducao-economica-frotas-gestao-motoristas) e avaliá-los em busca de possíveis desvios fazendo assim uma gestão dos riscos operacionais. Infelizmente, quando há uma sequência de desvios de excesso de velocidade, acelerações, frenagens e curvas bruscas, você pode esperar que um acidente mais grave está próximo de ocorrer. Um excesso de velocidade, uma aceleração, frenagem ou curva brusca que seja realizada entra na contabilidade de desvios realizados pelo motorista, que eventualmente podem se transformar em um acidente mais grave caso esse comportamento não seja corrigido logo cedo. As empresas podem escolher quais os desvios que elas vão escolher analisar e considerar no seu controle de riscos. Algumas empresas podem ser mais tolerantes ao risco e apenas considerar na sua análise excessos de velocidade que resultaram em [multas](https://infleet.com.br/blog/como-fazer-controle-eficiente-multas-frota-transporte) de trânsito, danos leves provocados ao veículo verificados em um [checklist diário](https://infleet.com.br/blog/o-uso-de-checklist-em-uma-gestao-de-frotas-eficiente), reclamações em uma ouvidoria “Como estou dirigindo?” e acidentes. Entretanto, essas empresas estão sendo mais tolerantes ao risco e estão se expondo muito mais, não agindo preventivamente na redução de acidentes e aumento de segurança. Uma empresa menos tolerante fará uma análise mais precisa, controlando os menores desvios do [modo de condução do motorista](https://infleet.com.br/blog/por-que-devo-monitorar-o-comportamento-do-motorista), [educando a sua equipe](https://infleet.com.br/blog/treinamento-de-motoristas-entenda-porque-importante) e realizando [diálogos diários de segurança](https://infleet.com.br/blog/por-que-aplicar-o-dialogo-diario-de-seguran%C3%A7a-dds-na-sua-gestao-de-frotas) para relembrar o time das regras de direção defensiva e dos perigos de atitudes imprudentes. A melhor forma de aumentar a segurança e reduzir riscos em sua operação é trabalhar na base da pirâmide e não no topo. É preciso trabalhar no controle e prevenção dos pequenos desvios que ocorrem diariamente, antes que eles se tornem grandes acidentes, com prejuízos de vida e também financeiros para a organização. **USO DA TELEMETRIA PARA O AUMENTO DE SEGURANÇA OPERACIONAL** Com os dados de [telemetria](https://infleet.com.br/blog/por-que-devo-investir-em-um-sistema-de-telemetria-veicular) é possível ter um controle preciso do modo de condução do seu motorista, criando relatórios de infrações e [ranking dos melhores motoristas](https://infleet.com.br/blog/como-construir-um-ranking-de-motoristas). Assim, você saberá como está o RPM do veículo, se o motorista acelerou, freou ou fez curva brusca, se o motorista dirigiu acima da velocidade e até mesmo quantas horas ele dirigiu durante um determinado dia afim de evitar e controlar a fadiga. O sistema também permite a criação de alertas para que o gestor seja avisado imediatamente do comportamento do motorista e possa até entrar em contato para prevenir uma nova infração. No artigo [“Como a telemetria te ajuda a previnir acidentes”](https://infleet.com.br/blog/como-a-telemetria-te-ajuda-a-prevenir-acidentes) tratamos esse assunto em maiores detalhes. **TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO E TELEMETRIA INFLEET** O uso da telemetria veicular, como você pode ver no artigo, traz uma série de benefícios operacionais. A tecnologia da Infleet em gestão de frotas permite a você ter o total controle e transparência na gestão de frotas da sua empresa, tanto do ponto de vista operacional quanto de custos, contribuindo para uma tomada rápida de decisões. Quer saber como a tecnologia Infleet pode ajudar a sua empresa? Clique [aqui](https://infleet.com.br/trial).

Como o modo de condução do motorista afeta o consumo de combustível

Como o modo de condução do motorista afeta o consumo de combustível

25 de setembro de 2020

Consumo de combustível é uma dor de cabeça frequente para os gestores de frotas, não é mesmo? Segundo estudo publicado no Portal PMKB (Project Management Knowledge Base) o consumo de combustível representa 35% dos custos variáveis de uma frota. A Petrobras diz que esse número pode chegar até a 44%. Esses valores com certeza justificam a dor de cabeça. Nesse cenário, os gestores estão constantemente diante do desafio de controlar e reduzir o consumo de combustível da sua frota, a fim de aumentar a lucratividade das suas rotas e tornar a sua empresa mais competitiva. Entretanto, como fazer isso? Quais ações, você gestor, pode tomar? Para reduzir o consumo de combustível da sua frota o primeiro passo é entender o que está causando esse consumo acima do planejado. Porém, para entender a causa do problema é preciso ter transparência e para ter transparência é preciso ter dados e informação. Vamos aqui mostrar para você como obter esses dados e identificar a partir dele onde mora o seu problema e qual a causa do seu elevado consumo. Adianto para vocês que um dos principais fatores que impacta o consumo de combustível da sua frota é o modo de condução do motorista e aqui vamos mostrar por que. No post de hoje vamos falar de como o modo de condução do motorista impacta no seu consumo de combustível e daremos algumas dicas básicas que podem facilmente ser implementadas na sua empresa para que você consiga melhorar a eficiência da frota. **IDENTIFICANDO O PROBLEMA DE CONSUMO DE COMBUSTÍVEL** Primeiramente, para identificar que está ocorrendo um problema com o consumo de combustível da sua frota é preciso medir e ter dados de abastecimento. É necessário que você gestor faça um acompanhamento dos abastecimentos e custos. Com o registro de dados como quantidade abastecida, valor gasto, data, odômetro do veículo e motorista responsável, você poderá identificar a autonomia daquele veículo e a performance do motorista. Bem, uma vez registrado que o veículo deveria apresentar uma autonomia de 3,5 km/L, mas a sua autonomia foi de apenas 2,5 km/L, você vai perceber que houve um problema. Você irá perceber que a sua viagem foi menos rentável e o seu custo de combustível está acima do valor planejado. Nesse momento você vai se perguntar o por que disso ter acontecido, já que você planejou tão bem a viagem. Por que a autonomia do veículo está abaixo do planejado? A resposta, muitas vezes, está no modo de condução do motorista. **COMO O MODO DE CONDUÇÃO DO MOTORISTA AFETA O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL** De acordo com a montadora Renault que lançou o serviço de controle do modo de condução chamado Driving Eco², melhorias no modo de condução do motorista podem resultar em até [20% de redução do consumo de combustível](http://mecanicaonline.com.br/wordpress/2018/09/10/driving-eco%C2%B2-ajuda-a-reduzir-em-ate-20-o-consumo-de-combustivel/). Outros testes realizados mostram que motoristas diferentes, realizando a mesma rota e com o mesmo veículo tiveram até [30% de diferença no consumo de combustível](https://www.researchgate.net/publication/260172245_Effects_of_A_Vehicle's_Driver_Behavior_to_The_Fuel_Economy). Apresento agora alguns dados que justificam esse impacto do modo de condução do motorista no consumo de combustível: * De acordo com o [guia do TRC](http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?ID=26455) a velocidade ideal para um caminhão está entre 80 km/h e 88km/h, sendo que cada 1 km/h acima dessa velocidade aumenta em 1% o consumo de combustível. Ou seja, a 100 km/h o seu veículo estará consumindo 12% a mais de combustível do que o correto; * A [Petrobras](https://www.br.com.br/wcm/connect/1277595d-ef46-48c7-b67d-b792812abe25/apostila-conducao-economica-2018-final.pdf?MOD=AJPERES&CVID=mgtx1tt&CVID=mgtx1tt&CVID=mgtx1tt&CVID=mgtx1tt) diz que no caso de veículos leves o consumo de combustível pode ser 30% maior em um trecho quando ele é percorrido em alta velocidade; * Um caminhão parado com motor ligado consome cerca de 2 litros de combustível por hora. * Uso do veículo no RPM adequado pode reduzir até 20% o consumo; * Acelerações e frenagens bruscas frequentes podem [aumentar em até 40%](https://www.sgi.sk.ca/handbook/-/knowledge_base/drivers/fuel-efficient-driving-techniques) o consumo de combustível. Vemos então que o modo de condução do motorista tem um grande impacto nos custos com combustível da sua frota. E por isso, entender como os motoristas estão dirigindo, treiná-los e educá-los é fundamental para uma melhoria da eficiência e redução de custos. Outros dados, além do consumo de combustível também colaboram para essa visão. Você terá benefícios como aumento de segurança na operação e também redução dos custos de manutenção. Como? Segundo um estudo conduzido pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (atual Ministério da Infraestrutura), por exemplo, mais de 50% dos acidentes são causados por imprudência dos motoristas. Além disso, 90% dos acidentes de trânsito são motivados por falhas humanas, conforme análise do [Observatório Nacional de Segurança Viária](https://www.onsv.org.br/90-dos-acidentes-sao-causados-por-falhas-humanas-alerta-observatorio/). Além disso, ainda de acordo com o Guia TRC, por exemplo, aumentar a velocidade de uma viagem de 88 km/h para 96 km/h aumenta em 38% os custos com manutenção. Além disso, um aumento de 27% na velocidade (para 112 km/h) aumenta em 100%, ou seja, dobra, o desgaste da banda de rodagem dos pneus. Mas agora, que você já sabe os impactos do modo de condução do motorista nos seus custos operacionais, o que fazer para reduzi-los? É preciso implementar uma cultura de condução econômica. **O QUE É CONDUÇÃO ECÔNOMICA** De acordo com a Scania a [condução econômica](https://infleet.com.br/blog/o-que-e-conducao-economica-frotas-gestao-motoristas) “é o ato de conduzir o veículo da maneira mais eficiente de acordo com o trajeto a ser executado”. Ou seja, a condução econômica consiste na correta utilização dos mecanismos do veículo, direção, aceleração, frenagem e transmissão para lidar com as situações que surgem ao longo da rota como subidas, descidas, curvas, retas, paradas e arrancadas. Desta forma, você é capaz de otimizar a eficiência energética do veículo, reduzindo o consumo de combustível, desgaste mecânico e aumentando a segurança durante a rota. **PLANO DE AÇÃO: IMPLEMENTAR UMA CULTURA DE DIREÇÃO ECONÔMICA COM TODOS OS MOTORISTAS DA EMPRESA.** A tecnologia é a grande aliada do gestor de frotas para analisar esse tipo de situação. Como saber de fato se o seu caminhão está mais econômico se você não faz um controle dos custos de combustível e autonomia dos veículos? **Assim, o primeiro passo a ser dado é:** controle os custos de combustível da sua frota. Saiba quanto você gasta por mês com cada veículo e qual a sua autonomia média. A partir disso, você terá um parâmetro de referência para saber se as ações que você tomou estão de fato deixando os seus caminhões mais econômicos e se você está economizando combustível. Não importa se você fará o controle utilizando uma [planilha do excel](https://infleet.com.br/blog/como-criar-uma-planilha-de-gestao-de-frotas), cartão de abastecimento, um sistema de controle de custos de combustível ou de gestão de frotas. O importante é que você faça esse controle e tenha esses [indicadores](https://infleet.com.br/blog/principais-indicadores-gestao-frotas-transporte) em mãos para avaliação! **O segundo passo é:** controle o modo de condução do seu motorista. Depois de [treinar](https://infleet.com.br/blog/treinamento-de-motoristas-entenda-porque-importante) a sua equipe, passar para ela as técnicas de direção econômica, melhores práticas e dicas, é preciso que você assegure que tudo está sendo devidamente aplicado. Caso contrário, você irá ensinar os seus motoristas a [dirigir para economizar combustível](https://infleet.com.br/blog/como-deixar-o-caminhao-mais-economico-gestao-frotas), a deixar o caminhão mais econômico e algumas semanas depois eles terão retornado a todos os hábitos e vícios antigos. Para esse segundo passo o importante é você utilizar um sistema de [telemetria veicular](https://infleet.com.br/blog/como-telemetria-pode-ajudar-reduzir-custos-rastreamento-monitoramento) e que, idealmente, esteja associado a um [ranking dos motoristas](https://infleet.com.br/blog/como-construir-um-ranking-de-motoristas). O sistema de telemetria veicular irá captar dados de RPM, velocidade, aceleração, frenagem, curva, paradas com motor ligado e muitos outros dados e a partir disso elaborar relatórios de modo de condução do motorista, apontando as infrações cometidas e ranqueando os melhores motoristas para que você possa premiá-los e treinar novamente aqueles que apresentarem necessidade. Essa é uma excelente forma de colocar em prática a cultura da direção econômica na empresa, os dados da telemetria veicular estão te oferecer transparência e permitir uma avaliação do modo de condução do motorista baseada em fatos e dados. Assim, a sua avaliação de desempenho será justa, precisa e efetiva. **TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO E TELEMETRIA INFLEET** O uso da telemetria veicular, como você pode ver no artigo, traz uma série de benefícios operacionais. A tecnologia da Infleet em gestão de frotas permite a você ter o total controle e transparência na gestão de frotas da sua empresa, tanto do ponto de vista operacional quanto de custos, contribuindo para uma tomada rápida de decisões. Quer saber como a tecnologia Infleet pode ajudar a sua empresa? Clique [aqui](https://infleet.com.br/trial).

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