Simplificamos e centralizamos as informações da sua gestão de frotas

Você ainda abre vários sistemas para ter informações da sua frota? Organizamos todos os seus dados de rotas, abastecimento, manutenção e telemetria em uma torre de controle personalizada

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Clientes que inovam na gestão de frotas com a Infleet

Você não precisa acessar diversos sistemas para ter uma visão completa da frota.

Todos os sistemas podem se conectar à Infleet gerando indicadores personalizados de acordo com sua operação. Dessa forma, fique à vontade para selecionar o melhor fornecedor de cada vertente logística

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Conectamos seus sistemas de gestão de frotas para gerar insights e decisões assertivas.

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Visualize oportunidades de melhoria operacional, gargalos e custos ocultos conectando todas as fontes de dados da sua frota promovendo insights que te permitirão reduzir custos e aumentar a segurança operacional

Quilometragem por veículo
Acompanhamento da ignição do veículo
Identificação de excessos de velocidade na via
Acompanhamento de rotas e motoristas

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Usando dados para melhorar a segurança dos motoristas

Usando dados para melhorar a segurança dos motoristas

As empresas tem, como nunca tiveram antes, um fluxo imenso de dados que elas podem utilizar para fazer a sua frota mais segura. Porém, captar dados é apenas o primeiro passo para isso, uma vez que, se o gestor não age diante do que os dados estão evidenciando para ele as melhorias de segurança ficam esquecidas na gaveta e a empresa se deixa aberta para riscos. A segurança é uma das partes mais críticas e uma das maiores preocupações do gestor de frotas, que está sempre buscando reduzir multas e acidentes. Entretanto, os benefícios de se criar uma cultura de segurança na frota vão muito além da redução de acidentes. **A EVOLUÇÃO DOS DADOS DE SEGURANÇA DOS MOTORISTAS** Segurança sempre foi um dos grandes assuntos na gestão de frotas. Porém, antigamente as organizações não possuiam as ferramentas e dados necessários para uma gestão segura e eficiente. Algumas empresas mais organizadas tinham alguns dados em planilhas como número de multas, acidentes, frequência, grau de severidade e custos, porém tudo ainda muito manual, difícil de ser devidamente analisado. Essa forma de trabalho dificultava a vida do gestor, que não conseguia ter informações claras para a sua tomada de decisão, fazendo avaliações mais superficiais, principalmente com base na sua experiência e no contato diário com os motoristas. Os gestores ainda eram muito reativos e poucos proativos. Assim, as organizações estavam sempre muito sujeitas a riscos, índices altos de acidentes, custos e mortes. Todavia, nos últimos anos temos visto a indústria da gestão de frotas trazer grande foco para a área de segurança, com ferramentas atualizadas de telemetria, câmeras e outras tecnologias embarcadas no veículo. Tudo isso vem se transformando em padrões da indústria automotiva, contribuindo para um trânsito mais seguro. Buscando reduzir a severidade e frequência dos acidentes, programas de treinamento de motoristas tem sido desenvolvidos, legislações aplicadas e boas práticas desenvolvidas (como por exemplo checklist diário de saída e entrada, uso mais intenso de manutenções preventivas e sistemas de telemetria para controle do modo de condução do motorista). **CUSTOS DA FALTA DE SEGURANÇA E CONTROLE DO MODO DE CONDUÇÃO DO MOTORISTA** De acordo com o relatório _“Cost of Motor Vehicle Crashes to Employers – 2019”_ da _Network of Employers for Traffic Safety_ sobre acidentes nos Estados Unidos indicam que: * U$ 5.500,00 é o custo médio do acidente com danos ao veículo; * U$ 75.000,00 é o custo médio do acidente quando há danos não fatais ao motorista; * U$ 751.000,00 é o custo médio do acidente quando há fatalidade. Por outro lado, o mesmo relatório ainda traz que o modo de condução do motorista tem efeito direto sobre os custos de acidentes: * U$ 9,8 bilhões é o custo provocado por excessos de velocidade; * U$ 18,8 bilhões é o custo provocado por distração no trânsito; * US 8 bilhões é o custo provocado por dirigir e beber; * U$ 7,4 bilhões é o custo provocado por dirigir sem cinto de segurança. **DADOS PARA O CONTROLE DE SEGURANÇA DA FROTA** O monitoramento de frota, câmeras de fadiga e monitoramento da pista e uso de tecnologias de telemetria para controle do modo de condução do motorista em tempo real tem facilitado significativamente o trabalho dos gestores de frota. Sistemas de telemetria controlam diversos parâmetros do modo de condução do motorista, com acelerações, curvas e frenagens bruscas, excessos de velocidade, RPM, temperatura do motor, permitindo com o que o gestor de frotas receba alertas em tempo real sobre comportamentos de risco com potencial causa de acidente. Além disso, o uso de câmeras de fadiga, monitoramento de pista e cabine permitem ao gestor avaliar se o motorista está apresentando sinais de cansaço, se ele realizou uma ultrapassagem indevida, se aproximou perigosamente do carro da frente ou se ele se distraiu olhando para o lado e para o celular. Todas essas informações podem acionar alertas que são enviados automaticamente para a equipe de monitoramento e gestão para que eles possam saber exatamente o que está acontecendo, prever um comportamento de risco com potencial causa de acidente. Esses dados podem então ser usados para educar os motoristas no modo de condução segura e econômica ou até mesmo para fazer contato com ele naquele exato momento e indicar a necessidade de parar para descansar. Assim, o gestor pode agir de maneira mais imediata e muitas vezes evitar um possível acidente mais grave, se tornando mais proativo e menos reativo. Os sistemas de gestão de frotas podem realizar o tratamento dos dados para criar um ranking dos motoristas, escore de risco, perfil de risco , indicando os melhores motoristas que devem ser tidos como referência e indicando também aqueles que precisam de treinamento e reciclagem. Assim, o gestor passa a ter uma visão completa, clara e holística do comportamento dos seus motoristas, tendo dados que embasam as suas análises e também saberá exatamente em cada motorista quais são os comportamentos de risco que ele está apresentando e que precisam de melhoria, apontando especificamente os pontos de atenção. **** **COMO TRANSFORMAR OS DADOS EM ACIONÁVEIS** Claro que é importante que os dados disponíveis sejam acionáveis, ou seja, que permitam ao gestor tomar alguma atitude prática para melhoria diante daquela situação. Um sistema de telemetria veicular, câmeras e monitoramento produzem um volume de dados imenso que podem mais atrapalhar do que ajudar caso o gestor não tenha as ferramentas disponíveis para fazer o tratamento desses dados e visualizá-los da maneira correta. Para tornar os dados acionáveis é preciso três passos básicos: automatizar, normalizar e agregar. **1. Automatizar a coleta de dados** Os gestores de frota possuem dados de diversas fontes, áreas e assuntos. É preciso consumir dados de manutenção, telemetria, combustível, jornada do motorista e muito mais para se criar uma visão holística da sua frota. Com a automação da coleta de dados é possível obter facilmente dados de diversas origens distintas de maneira rápida e claro, quanto maior e mais variada for a fonte de dados mais completa será a sua visão da frota. Para se ter uma visão 360 completa é preciso ter dados do maior número de fontes possível. **2. Normalização de dados** A normalização dos dados é um processo fundamental para que os dados fiquem “limpos” e sejam similares. Esse ponto permite com que os dados tenham maior coesão entre si e possam ser comparados, segmentados e tratados com maior clareza. A normalização dos dados permite também com que você adicione mais contexto a situação e avalie não apenas números brutos mas relativos por exemplo à quilometragem percorrida ou tempo em rota. **3. Agregação de dados** Cada parte dos dados do quebra-cabeça que compõem a frota são obtidos de uma fonte diferente, sejam dados históricos ou sejam dados em tempo real. Cada área da gestão de frotas tem os seus próprios sistemas para a captura daquela informação. Para se ter uma visão holística completa o último passo é agregar a informação em um único sistema central ou plataforma. Quando dados de diversas fontes são cruzados, é possível ter uma análise de causa e consequência, analisar causa raiz e entender melhor o por que de cada uma daquelas situações estarem ocorrendo. A partir disso o gestor poderá elaborar os seus planos de ação, tornando então os dados acionáveis, para a redução de custos e riscos. **DADOS ACIONÁVEIS** **1. Benchmark** A famosa frase de William Deming “O que não é medido, não é gerenciado” é bastante relevante nesse contexto. Porém, sempre gosto de adicionar uma segunda parte a ela por que acredito que apenas medir não é suficiente. Além de medir, para gerenciar é preciso visualizar os dados de maneira significativa, contextualizados e referenciados para a análise de performance para que então você possa gerenciá-lo. Perguntas como: “Estou indo bem ou estou indo mal nesse cenário?”, “O que preciso melhorar?”, “O que estou fazendo bem?” só podem ser respondidas se houverem um referencial para a comparação. Por exemplo, se você tem um dados de 1,5 eventos de risco por 100 km. Como saber se para a sua operação, carga transportada, rodovia viajada e modelo de veículo, é um bom indicador? Uma das formas de adicionar contexto e valor aos dados é através da ferramenta de benchmark. Para avaliar a performance corretamente é preciso ter um benchmark dos parâmetros e indicadores de referência da sua indústria. Você pode utilizar como referência também as suas próprias metas organizacionais, comparações internas com outros setores, filiais ou mesmo separando por exemplo um grupo do top 5% de motoristas. **** **2. Escore do motorista / Ranking do Motorista** O escore do motorista combina o agregado dos dados com padrões de segurança e eficiência do motorista para poder avaliar a performance dos motoristas e comparar uns com os outros dentro da organização. Motoristas com comportamento de risco podem ser indicados para treinamento enquanto aqueles com melhor comportamento podem ser premiados. Com isso o gestor pode tomar atitudes imediatas e sabe exatamente quais são os pontos de melhoria em cada motorista que ele deve focar. **3. Análises preditivas** A análise preditiva irá utilizar dados históricos da frota de veículos e dos motoristas para prever comportamentos e situações futuras. No que diz respeito a segurança comportamentos básicos de risco podem ser identificados e trabalhados antes que se transformem em um acidente grave. Como por exemplo, a identificação em câmera de um bocejo do motorista, indicando que ele está cansado e precisa de uma pausa, antes que provoque um acidente. A análise preditiva é uma das grandes responsáveis por fazer os gestores deixarem de serem reativos e se tornarem proativos. **CONCLUSÃO** No cenário atual o uso de dados para a melhoria de segurança e eficiência da frota não é mais uma opção mas sim uma obrigação, uma necessidade. Utilizando as ferramentas corretas para captar dados, automatizando essa captura, agregação e análise o gestor possui em suas mãos tudo o que ele precisa para que nunca mais um acidente ocorra em sua frota. Um parceiro estratégico que agregue, analise e apresente em relatório os dados é a solução ideal para a sua frota.

Gestão de custos de frotas: quais são os principais custos e como controlá-los

Gestão de custos de frotas: quais são os principais custos e como controlá-los

Uma das maiores preocupações de empresas logísticas, de distribuição ou coleta são os custos da frota. Esses gastos são um dos maiores de todo o setor de logística. Quando esses custos não são devidamente controlados a empresa tem dificuldade em manter a sua lucratividade e competitividade. Desta forma, é necessário conhecer bem a composição do custo total de propriedade do veículo, custos operacionais logísticos e as boas práticas de gestão. Assim, você será capaz não só de controlar os custos como também identificar desvios, desperdícios, gargalos e assim otimizar a sua operação para evitar custos muito elevados. Para te ajudar com essa tarefa, vamos apresentar neste artigo quais são os 5 principais custos de uma frota e como você pode gerenciá-los para garantir a saúde financeira da sua empresa. **1. COMBUSTÍVEL** O combustível é com certeza uma das maiores dores de cabeça do gestor de frotas, especialmente no momento atual da economia com a alta vertiginosa dos preços. Em alguns casos os custos de combustível podem chegar a representar mais de 40% dos custos operacionais da frota. O primeiro passo dentro da gestão de combustível é acompanhar os principais indicadores de frota dessa área: * Preço do litro de combustível * Autonomia dos veículos * Autonomia dos motoristas * Quilometragem percorrida * Litros consumidos Esses indicadores irão fornecer uma visão geral sobre a performance de tanto dos veículos quanto dos motoristas no que diz respeito ao consumo. A avaliação do L/km é fundamental e deve-se observar as especificidades do veículo, carga, rodovia, e outros parâmetros que podem influenciar na eficiência. De maneira geral, as principais ações que pode ser feitas para reduzir o consumo de combustível são: * Usar sistemas de roteirização para reduzir a quilometragem percorrida pela frota; * Realizar manunteções preventivas para manter os veículos em bom estado de conservação * Treinar os motoristas no modo de conduçao econômica e acompanhar a forma como estão conduzindo o veículo; * Controlar nível de ociosidade do motor * Evitar sobrepeso veicular * Negociar com postos parceiros preços mais acessíveis * Acompanhar a necessidade de renovação da frota e adequá-la com novos modelos mais eficientes a medida em que os veículos antigos forem se tornando muito consumidores. **2. MANUTENÇÕES** A manutenção e os gastos com pneus também são custos críticos e podem representar mais de 20% dos custos operacionais, formando o top 3 dentro de uma empresa de transporte. É preciso garantir a disponibilidade do veículo para a realização de entregas, coletas e prestações de serviço e para tanto é preciso ter as manutenções em dia. As manutenções são indispensáveis no setor de frotas e deve-se buscar trabalhar com o conceito de prevenção e naõ de correção. Desta forma, a melhor maneira de evitar custos corretivos elevados e não planejados em uma frota é criar e seguir um bom plano de manutenção preventiva. Ao planejar e realizar manutenções preventivas você descobre possíveis problemas com o seu veículo com antecedência, percebendo por exemplo, o desgaste elevado de alguma peça antes que ocorra a sua falha. Assim, você pode substituí-la antes da falha, evitando um problema corretivo maior. Com isso, as manutenções preventivas reduzem significativamente o número de falhas e os custos totais com manutenção da frota. Checklists diários de saída, onde se acompanha itens de segurança, pressão dos pneus, profundidade dos sulcos e outros parâmetros também contribuem significativamente para que os veículos rodem sempre nas melhores condições e não apresentem problemas inesperados na estrada. **3. TREINAMENTO DOS MOTORISTAS** O modo de condução dos motoristas tem impacto direto nos itens anteriores e também no item seguinte de depreciação do veículo, estando relacionado a mais de 75% dos custos operacionais da frota. Desta forma, a capacitação dos motoristas é um elemento fundamental no controle de custos operacionais. Os hábitos ruins do motorista fazem o veículo consumir e se desgastar mais, de modo a aumentar os seus custos de combustível, manutenção, pneus e depreciação. Além disso, aumenta o risco de multas e acidentes, que são também outros dois custos importantes em uma frota. Acelerações, frenagens e curvas bruscas, velocidade excessiva, RPM elevado, troca de marcha em momento inapropriado, andar no ponto morto, manter o veículo parado com o motor ligado (ocioso) são práticas que contribuem para o aumento de custos. Assim, realizar o treinamento dos motoristas em práticas de condução econômica e segura para eliminar essas atitudes é fundamental. **4. DEPRECIAÇÃO** O desgate natural do veículo ao longo da sua operação causa a sua perda de valor de mercado e revenda, representando a sua depreciação. A empresa deve se preparar para eventualmente renovar a sua frota e é importante ter capital para isso para evitar problemas futuros. Nesse sentido, o principal ponto é contabilizar a depreciação e não fingir que ela não existe. Muitas empresas esquecem da depreciação devido ao fato de que este não é um valor que sai do caixa da empresa mensalmente, porém isso é um erro. Ela acaba ficando despreparada para renovar a sua frota no futuro. Um outro ponto importante nesse sentido é o de buscar alternativas que reduzam a depreciação da frota aumentando a vida útil dos veículos. Para isso, é fundamental: * Treinar os motoristas no modo de condução econômica; * Realizar manutenções preventivas; * Realizar checklist diário de saída e retorno; * Evitar andar com o veículo em excesso de carga. **5. DOCUMENTOS** Outro importante, mas que as vezes é negligenciado são os custos com taxas, impostos, documentos e afins. O gestor deve ficar atento ao custo do IPVA, DPVAT, seguro e outras certificações necessárias para a operação do seu veículo. Nesse ponto é preciso também estar atento á gestão de multas e vencimento da CNH dos motoristas. **CUSTOS OCULTOS** Os custos ocultos da frota são aqueles que o gestor não consegue perceber nitidamente a existência, mas que diariamente consomem a sua margem de lucro tornando a sua frota menos eficiente. Eles são um grande desafio para os gestores, exatamente por não serem facilmente percebidos e estarem relacionados a situações diversas da frota e por serem difíceis de mensurar e avaliar. Os custos ocultos abrem caminho para os desperdícios que reduzem a eficiência. Alguns exemplos são: * **Ociosidade do motor:** toda vez que o motorista fica parado com o motor ligado ele desperdiça em média 2 litros de combustível por hora. Se em uma rota de 10 paradas cada veículo ficar ocioso por 10 minutos, ao final do ano, para uma frota de 50 veículos você terá desperdiçado cerca de R$ 132.000,00! * **Indisponibilidade do veículo:** o excesso de manutenções corretivas faz com o que o veículo fique para na oficina realizando manutenções por um período muito maior do que o planejado. Ao longo deste período ele está indisponível para a realização de serviços, representando um custo para a empresa, que muitas vezes precisa deixar de realizar o serviço ou agregar um veículo com custo adicional para atender a sua demanda. * **Rotas mal planejadas:** rotas mal planejadas, que resultam em maiores distâncias percorridas, por estradas de baixa qualidade aumentam o desgaste da frota e o consumo de combustível de maneira desnecessária. * **Distribuição da carga no veículo:** muitas vezes a má distribuição da carga no veículo, faz com que uma determinada parte do mesmo esteja sendo forçada em excesso, aumentando o desgaste de peças. Além disso, representa um risco maior de acidente, dano a carga e também representa um mal uso do espaço interno que poderia conter um maior número de cargas evitando o uso de mais veículos Empresas do setor de transporte precisam se atentar a todos esses detalhes na busca por maior rentabilidade e prestação de serviços de qualidade. A ideia é sempre buscar alternativas para deixar a frota mais eficiente e reduzir custos. Nesse sentido, o uso de ferramentas que ajudem a gerenciar os custos, visualizar o modo de condução do motorista são essenciais para que a empresa consiga perceber formas de melhoria operacional, gargalos e custos ocultos. Com as ferramentas de gestão de frotas como a telemetria veicular a empresa consegue identificar exatamente quais são os principais pontos que precisam ser melhorados e desenvolver um plano de ação assertivo para controlar esses custos.

Impactos da pandemia no setor de Transportes e Logística

Impactos da pandemia no setor de Transportes e Logística

Independente de quando você esteja lendo esse texto, é muito provável que seja do seu conhecimento os eventos que se iniciaram no ano de 2019 e se seguiram nos anos seguintes, sendo oficialmente referenciados como a Pandemia do Novo Coronavírus. Esse evento histórico de proporções mundiais mudou a forma como o mundo funciona afetando indústrias das mais variadas como: turismo, entretenimento e claro interferiram bastante na forma como as operações de transporte e logística passaram a ser conduzidas. A duração desse impacto é passível de discussão, mas a realidade é que o cenário mudou. As medidas restritivas trouxeram novos desafios aos setores que tem o transporte como elemento chave de suas operações. Vamos nesse texto discutir alguns desses impactos, nosso desejo é que ciente deles os gestores e gestoras de frotas possam avaliar o quanto suas empresas estão alinhadas a essas mudanças para usá-las como um fator impulsionador nos seus negócios. **Diversificação e digitalização de canais** Empresas que atendem o consumidor final com certeza notaram que um canal apenas de contato não era mais suficiente. Para quem estava adaptado a um contato físico e presencial com seus clientes a pandemia mostrou que nem tudo seria do jeito que costumava ser. Segundo o portal ‘e-commerce Brasil’ as compras online cresceram em 50% durante a pandemia. Mesmo que sua operação seja entre empresas é muito provável que algo tenha mudado, a necessidade do home office pode por exemplo ter criado a necessidade de interações com seus clientes e fornecedores via chamadas de vídeo, ou a adoção de ferramentas de chat instantâneo para melhorar a comunicação e ajudar a prover respostas rápidas, evitando assim as insatisfações. Essas mudanças de fato vieram em circunstâncias nada prazerosas, mas é de grande importância que sua empresa esteja atenta a elas mesmo após a passagem da pandemia. Disponibilizar múltiplos pontos de contato com clientes e fornecedores pode parecer complexo, mas na verdade reduz ruídos de comunicação e pode ser um fator de estímulo a vendas e melhoria de resultados, visto que sua empresa passa a se tornar mais acessível. **Gestão Completa da Frota** Nesse período em que equipes foram forçadas (por conta de medidas restritivas necessárias à mitigação dos efeitos da pandemia) a trabalhar de forma escalonada, parcialmente presencial ou mesmo remota, a comunicação e o controle das informações referentes ao dia a dia da frota sofreram bastante. Empresas que não possuíam ferramentas avançadas para o controle e gestão da frota foram impelidas a buscar essas ferramentas. A gestão completa da sua frota vai lhe auxiliar a integrar todas as verticais da sua operação, o que inclui controle dos custos com combustíveis, manutenções, multas, incidentes de telemetria e outros custos como pedágios e licenciamentos. Ter visibilidade sobre todos esses custos e a correlação entre eles é fundamental para identificar os pontos acionáveis da sua gestão, ou seja, onde você pode intervir a fim de trazer melhorias. **Fazer mais com menos** Um fator que certamente traz consternação não apenas sobre os trabalhadores do setor de transporte e logística, mas a toda sociedade são os cortes provocados pela retração econômica vivenciada durante a pandemia. Claro que é do interesse geral que esses postos voltem a ser disponibilizados, no entanto é preciso entender também como lidar com esse cenário enquanto ele ainda estiver presente. Ações como implementar uma cultura de diálogos semanais (virtuais a fim de evitar o contato) podem contribuir com o alinhamento de informações, visto que equipes reduzidas podem sofrer com uma carência na comunicação. Além disso, o uso de uma ferramenta de gestão de frotas que ofereça um dashboard capaz de reunir as principais informações de gestão é essencial para manter toda a equipe na mesma página sempre. A Infleet desenvolve soluções para simplificar a gestão de frotas das empresas, ajudando-as a focar nas ações que vão resultar em reduções reais nos custos operacionais. Se você deseja saber mais como podemos lhe ajudar nesse desafio, deixe a nossa equipe comercial saber disso, estamos prontos para lhe ajudar!