A CNT está tentando reduzir os impactos do coronavírus no transporte

A CNT está tentando reduzir os impactos do coronavírus no transporte

Nos últimos dias, está sendo presenciada uma das maiores crises registradas na história devido à pandemia causada pelo coronavírus, ou COVID-19. As ações restritivas para evitar a circulação de pessoas e materiais estão afetando toda a cadeia de produtos e serviços e reduziram a demanda em significativa parte dos setores econômicos. O seu negócio já foi afetado?

Considerando os impactos observados, a Confederação Nacional do Transporte - CNT - enviou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro sugerindo um conjunto de medidas para mitigar os efeitos negativos da pandemia no setor de transportes

Dentre os impactos impactos citados no ofício, destacam-se:

  • A redução de aproximadamente 15% da demanda de transporte urbano de passageiros pagantes devido à suspensão de atividades educacionais - esse valor pode chegar a 50% decorrente da paralisação das atividades laborais;
  • O transporte rodoviário (intermunicipal, interestadual e por fretamento) já houve uma redução entre 30% e 40% da demanda;
  • Foi estimada a redução do transporte aéreo em 30% para voos domésticos e 60% para voos internacionais;

Dentre as medidas sugeridas para a redução do impacto, destacam-se:

  • Prorrogação do INSS sobre o faturamento das empresas operadoras;
  • Diante das seguidas reduções do preço do óleo diesel nas refinarias, que seja verificada na cadeia de distribuição, até se chegar na bomba de combustível, a existência de abusos que impedem que a redução chegue ao consumidor final, sobretudo o transportador;
  • Orientação nacional para que dinheiro em espécie (notas e moedas) não seja aceito no pagamento das tarifas do transporte, a fim de evitar a propagação da COVID-19;
  • Postergação do prazo de pagamento dos tributos federais, incluindo os relativos à folha de pagamento, por um período de seis meses;
  • Orientar as instituições financeiras para que posterguem o prazo do pagamento de parcelas com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e CDC, por um período de seis meses, sendo refletido na cadeia financeira;
  • Que passagem canceladas, a pedido do usuário, sejam devolvidas em 12 meses

Para ver o ofício na íntegra, acesse aqui!