Agendar demonstração

Aquaplanagem não é um evento raro nem imprevisível. Ela acontece quando menos se espera, geralmente em dias de chuva intensa, rodovias conhecidas e velocidades que o motorista acredita estar controlando.

Para quem gere frota, o problema é claro, um único episódio pode gerar acidente grave, afastamento de motorista, prejuízo financeiro e exposição jurídica.

E o mais crítico: muitas vezes o motorista só percebe o risco quando já perdeu o controle. Entenda o que é esse fenômeno e como podemos diminuir os riscos e otimizar a sua frota.

O que é aquaplanagem

Aquaplanagem ocorre quando os pneus não conseguem escoar a água da pista e perdem contato com o asfalto. O veículo literalmente “flutua” sobre a lâmina d’água, sem responder ao volante, aos freios ou à aceleração.

Nesse cenário, não é habilidade do motorista que resolve. O controle simplesmente deixa de existir por alguns segundos e isso é suficiente para um acidente.

Principais fatores que aumentam o risco de aquaplanagem

A aquaplanagem não depende de um único fator. Ela costuma ser resultado da combinação de vários elementos:

  • Velocidade acima do ideal para pista molhada;
  • Pneus desgastados ou mal calibrados;
  • Acúmulo de água na via;
  • Veículos mais leves ou sem carga;
  • Frenagens ou manobras bruscas sob chuva.

Isoladamente, alguns desses pontos parecem inofensivos. Juntos, criam o cenário perfeito para a perda de controle.

Por que esse risco é difícil de controlar na frota

O grande desafio da aquaplanagem é que ela não gera aviso prévio.
Não há luz no painel, não há alerta sonoro e, muitas vezes, o motorista só percebe quando o volante “fica leve”.

Para o gestor, isso significa que confiar apenas no bom senso do condutor não é suficiente. É preciso trabalhar prevenção e comportamento do motorista, não só reação.

Onde a gestão e a tecnologia fazem diferença

Embora não seja possível “impedir” fisicamente a aquaplanagem, é totalmente possível reduzir o risco. A gestão atua em três frentes principais:

Condições do veículo

  • Manutenção preventiva em dia;
  • Pneus com sulcos adequados;
  • Calibragem correta;
  • Substituição dentro do prazo.

Comportamento do motorista

  • Redução de velocidade em pista molhada;
  • Evitar manobras bruscas;
  • Atenção redobrada em trechos críticos;
  • Consciência de que chuva muda completamente a condução.

Uso de dados para prevenção

Aqui entra a tecnologia como aliada. Ao identificar padrões de velocidade excessiva sob chuva, frenagens bruscas recorrentes ou condução agressiva em condições adversas, o gestor consegue agir antes do acidente.

Na INFLEET, a combinação de dados de condução, videotelemetria e IA ajuda exatamente nisso: entender comportamento em contexto real e orientar correções de forma preventiva, especialmente em situações de maior risco como chuva intensa.

O que fazer se o motorista enfrentar aquaplanagem

Mesmo com prevenção, o risco existe. Por isso, a orientação correta faz diferença.

Em caso de aquaplanagem, o motorista deve:

  • Manter a calma;
  • Evitar frear bruscamente;
  • Tirar o pé do acelerador;
  • Manter o volante reto até recuperar o contato com o solo.

Essas orientações precisam estar claras nos treinamentos e reciclagens da frota.

Erros comuns na gestão de risco em dias de chuva

Alguns equívocos ainda aparecem com frequência:

  • Ignorar o estado dos pneus;
  • Tratar chuva como condição “normal”;
  • Não ajustar limites de velocidade em dias chuvosos;
  • Reagir apenas após acidentes;
  • Não usar dados para orientar comportamento.

Chuva exige outra lógica de operação.

Conclusão

Aquaplanagem é um risco silencioso, rápido e potencialmente grave.
Ela não depende só do motorista, depende da gestão da frota como um todo.

Quando manutenção, comportamento e uso inteligente de dados caminham juntos, o risco diminui de forma real. Segurança, aqui, não é reação. É antecipação.

Aquaplanagem só acontece em alta velocidade?

Não. Ela pode ocorrer até em velocidades moderadas, dependendo da lâmina d’água e do estado dos pneus.

Pneus novos evitam aquaplanagem?

Reduzem muito o risco, mas não eliminam totalmente.

É possível prever quando vai acontecer?

Não com exatidão, mas é possível identificar condições de risco e agir preventivamente.

Carros mais pesados aquaplanam menos?

Podem ter mais estabilidade, mas também estão sujeitos, especialmente se os pneus estiverem ruins.

Dê o primeiro passo para potencializar a gestão da sua frota:

    Ao clicar em 'Enviar', aceito receber comunicações e as políticas de privacidade.

    Entraremos em contato em até 2 horas úteis.
    O contato é gratuito e sem compromisso.

    Newsletter

    Receba em primeira mão as novidades.

      Paulo
      Paulo Silva

      Paulo é consultor de gestão de frotas da INFLEET. Passou anos acompanhando operações na estrada e hoje usa dados, experiência e olhar humano para orientar gestores rumo a operações mais seguras, eficientes e sustentáveis.

      Newsletter

      Receba em primeira mão as novidades.

        Super App do gestor de frotas

        O Copiloto Inteligente para Gestão de Frotas

        Sistema de Gestão de Frota