O custo de dirigir distraído e seu impacto nas frotas

Os gestores de frotas podem tomar as medidas necessárias para promover a segurança do motorista e evitar custos. Sabe como? Confira!
16/11/2021
7 min de leitura

A distração no volante é uma das principais causas de acidentes de trânsito em todo o mundo.  Afinal, dirigir distraído é um problema difícil de ser resolvido pelas frotas como também é considerada uma das principais causas de acidentes nas estradas.

Como gestor de frota, a segurança de seus motoristas é uma de suas principais prioridades e reduzir a distração ao dirigir é fundamental para garantir que seus motoristas estejam protegidos na estrada.

Dirigir distraído é o principal fator nas colisões de veículos, que não só contribui para maiores custos de manutenção e pagamentos caros, mas também é a principal causa de fatalidades e ferimentos do motorista.

Uma direção segura requer treinamento e atenção constantes durante a condução. E com os motoristas que já enfrentam os desafios do dia-a-dia de longas horas, várias entregas em paradas, dirigindo à noite e viajando por longas distâncias, pode ser difícil prestar atenção na estrada.

Para os motoristas, pode ser tentador passar longas horas na cabine cedendo à distração de dispositivos eletrônicos e celulares.

Os gestores de frotas podem tomar as medidas necessárias para promover a segurança do motorista e evitar custos. Sabe como? Confere só em nosso post!

O que é e quando ocorre uma distração no volante?

A direção distraída é quando os motoristas desviam a atenção da estrada por qualquer motivo e por qualquer período de tempo – mesmo que apenas alguns segundos.

Existem diferentes de distrações que os motoristas podem enfrentar, mas existem quatro categorias principais: manual, visual, cognitiva e auditiva. Vamos dar uma olhada como a distração no volante pode ser classificada em diferentes categorias, cada uma com seus próprios riscos e consequências.

Distração manual

Uma distração manual é qualquer atividade que faça com que o motorista tire as mãos do volante. Isso pode incluir qualquer forma de multitarefa, como comer, usar o celular ou girar o botão do rádio enquanto tenta dirigir e operar o veículo.

Aproveite para conferir como essa distração é registrada na videotelemetria Infleet:

Distração visual

Já uma distração visual é qualquer coisa que faça o motorista tirar os olhos da estrada. Enviar mensagens de texto e dirigir ou olhar no GPS ou procurar algo na cabine são formas comuns dessa distração.

Distração cognitiva

Enquanto uma distração cognitiva ocorre quando um motorista está pensando em algo diferente da tarefa em questão. A distração cognitiva pode variar de um dia ruim, que torna difícil se concentrar, a participar de uma conversa por telefone – até mesmo um telefonema com viva-voz – durante a viagem.

Distração auditiva

Menos comentadas, mas igualmente perigosas,  as distrações auditivas acontecem quando um ruído ou som dentro ou fora do veículo tira a atenção do motorista da estrada. Isso pode incluir passageiros falando alto, buzinas ou um dispositivo móvel tocando.

Cada uma dessas distrações é perigosa por si só, mas quando combinadas, criam uma situação ainda mais perigosa. Por exemplo, embora os motoristas possam se distrair visualmente por apenas alguns segundos ao discar um número de telefone, eles ficam cognitivamente distraídos durante toda a duração de uma chamada telefônica, o que pode aumentar a probabilidade de ocorrência de um acidente.

Condução distraída na última década

Como gestor de frota, você provavelmente ouviu ou viu os impactos causados no setor por dirigir distraído ou vivenciou algum incidente em sua frota.

O uso de celular ao dirigir aumentou de 0,6% de todos os motoristas em 2009 para 9,7% de todos os motoristas em 2018, de acordo com o Instituto de Seguros para Segurança Rodoviária (IIHS).

As mensagens de texto são um dos principais culpados da distração ao dirigir. Para a maioria, enviar mensagens de texto requer olhar para a tela de um telefone, digitar e ler para confirmar uma mensagem.

É um processo que dificulta drasticamente a capacidade de operar um veículo com segurança. Em um estudo recente, feito pela Arrive Alive, enviar mensagens de texto enquanto dirige aumenta o risco de acidentes em 23 vezes.

Além disso, o tempo médio que alguém olha para o telefone enquanto dirige é de cinco segundos.

Dirigir a 55km/h, em um intervalo de cinco segundos, equivale ao comprimento de um campo de futebol onde os olhos do motorista podem estar fora da estrada.

Como o uso do celular aumenta em 165% a chance de um evento crítico para a segurança, é primordial trabalhar para eliminar as distrações dos motoristas.

As distrações podem vir de várias formas, inclusive através de situações que seus motoristas nem mesmo consideram perigosas, como olhar para um mapa ou comer um lanche.

Distração no volante: quais são as mais comuns?

De acordo com o Departamento de Transporte (DOT), aqui estão algumas das distrações mais comuns ao dirigir:

  •  Fazer um lanche rápido ou uma refeição enquanto dirige;
  • Conversando com outras pessoas que estão no veículo ou bater um papo ao telefone;
  • Sistemas de rádio e navegação;
  • Atividades na estrada que desviam a atenção;
  • Alcançar algo que caiu no chão ou está no banco do passageiro;
  • Exaustão, cansaço e fadiga;
  • Outras atividades cotidianas regulares.

Algumas dessas coisas podem parecer detalhes que seus motoristas nunca fariam, mas quando alguém está com uma agenda apertada, pode ser tentador fazer ligações para o trabalho, almoçar e procurar o local da próxima parada enquanto dirige.

Reduza 80% das distrações ao volante, diminuindo até 40% das infrações com a videotelemetria Infleet

O verdadeiro custo de uma distração no volante

Os incidentes e acidentes por dirigir distraído afetam a sua frota financeira, jurídica e de reputação. O peso financeiro das despesas relacionadas a acidentes podem ser avassaladoras.

Pois, você sabia que quando ocorre um acidente de trânsito por dirigir distraído, custa ao empregador, em média, R$ 369.454,20 por ano? Esse valor ainda pode variar de acordo com o acidente ocorrido, claro. Mas, é importante ficar atento para evitar essas ocorrências na sua frota.

Aumento do risco de acidentes

O principal impacto da distração no volante é o aumento do risco de acidentes.

Além de lidar com o maior patrimônio que é a vida do condutor, ele também coloca outras vidas em perigo. Ainda assim, podemos citar os custos com reparos, indenizações e tempo de inatividade dos veículos.

Recebimento de multas

Motoristas flagrados em comportamentos distraídos podem ser multados, o que gera custos adicionais para a empresa. Em casos mais graves, as infrações podem levar à suspensão da CNH, afetando a disponibilidade de motoristas qualificados.

Veículo apreendido, motorista sem poder dirigir e ainda atrasos na entrega. Esses são alguns exemplos que podemos citar no caso de uma distração ao volante.

Apólices de seguro

Segundo a teoria jurídica da responsabilidade indireta, os empregadores são responsabilizados por colisões causadas por seus empregados.

Algumas das principais considerações que os subscritores observam ao emitir sua apólice de seguro são o registro geral de segurança da frota, o histórico de conformidade e quaisquer medidas de segurança que sua frota tome. Os detalhes desses critérios incluem:

  • Programas de treinamento de motoristas
  • Manutenção adequada do veículo
  • Implementação de dispositivos telemáticos e sistemas de rastreamento de frota
  • Uso de tecnologia de segurança de frota
  • Registros históricos de segurança
  • Incidentes ao dirigir distraído
  • Ramificações Legais

Na maioria dos casos legais como esses, os registros do celular são o primeiro item para determinar se o motorista se distraiu com o dispositivo móvel. Isso pode levar a altos custos com o setor jurídico.

Reparos constantes na frota

Mesmo pequenos incidentes causados por distração podem resultar em custos de manutenção.

Batidas leves, danos à lataria e problemas mecânicos acumulam despesas que, a longo prazo, comprometem o orçamento da frota. Ainda mais com esse gasto inesperado com a manutenção corretiva, é preciso ainda fazer um novo planejamento para não atrasar as entregas e manter a satisfação dos clientes.

Consequências legais

Além de multas, a distração no volante pode envolver a empresa em processos legais, especialmente em casos de acidentes graves.

Dessa forma, pode gerar despesas com advogados, indenizações e, em alguns casos, danos irreparáveis à reputação da empresa.

Impacto na reputação da empresa

Uma frota envolvida em acidentes frequentes pode afetar a imagem da empresa no mercado.

Pois, clientes e parceiros podem perder a confiança na segurança e na responsabilidade da organização, prejudicando contratos futuros.

Interrupção operacional

Cada veículo parado para reparos ou processos legais significa uma operação interrompida. Ou seja, afeta diretamente a produtividade da frota e pode atrasar entregas, compromissos e serviços essenciais.

Despesas adicionais de acidentes

Os empregadores devem considerar os custos indiretos de um acidente. Alguns custos não são cobertos pelo seguro, como perda de negócios em potencial, enquanto outros custos às vezes são incalculáveis, como indenizações trabalhistas relacionadas a acidentes e estresse emocional para funcionários e suas famílias.

Com isso, adiciona um grande multiplicador de custo a uma organização para cada real pago pelo seguro.

Quando se trata de relatar o impacto total causado por distrações ao dirigir, ainda estamos limitados devido à subnotificação das informações totais.

Como evitar problemas com a distração no volante em sua gestão?

A prevenção é a melhor estratégia para reduzir o impacto da distração no volante na sua frota.

Por isso, as frotas precisam tomar medidas de segurança adequadas para proteger seus motoristas, ativos e as comunidades que operam. Então, comece trabalhando ativamente para conter o perigoso hábito de usar o telefone celular ao dirigir.

Lembre-se de que as organizações que implementam políticas de direção segura e programas de treinamento estão dando um passo na direção certa.

Aliás, o autopoliciamento e a aplicação retroativa de políticas não são suficientes. Mesmo com dispositivos que registram e relatam quando os motoristas estão distraídos, a aplicação da política é retroativa. A melhor maneira de eliminar efetivamente o risco de distração é uma solução proativa.

Por fim, o aproveitamento da tecnologia também pode desempenhar um papel crítico na promoção de uma direção sem distrações.

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