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Segundo uma pesquisa realizada pela S&P Global, os carros em circulação possuem idade média de 14,5 anos. Já no Brasil, de acordo com o Sindipeças, os veículos ficaram aproximadamente 30% mais velhos dentro do período de apenas uma década.
Esses dados refletem uma realidade: a frota do Brasil tem envelhecido. Porém, o que alguns gestores não imaginam é que a manutenção destes veículos por tantos anos nem sempre representa uma vantagem competitiva: muitas vezes, inclusive, pode acarretar altos custos de manutenção e grandes gastos com a aquisição de novos carros para a frota.
E isso tem um preço alto na sua gestão!
No setor de veículos pesados, o dado é ainda mais alarmante: de acordo com levantamento publicado pela Revista Mundo do Transporte, a idade avançada de caminhões encarece a manutenção de forma significativa, criando um verdadeiro efeito cascata em toda a cadeia logística brasileira e, até mesmo, no preço final do transporte de cargas.
Com esse envelhecimento e a escalada dos custos no setor automotivo, não é incomum que os gestores encontrem um dilema constante: até que ponto vale a pena reparar o carro e quando é mais racional considerar a troca por um modelo mais novo?
Outro ponto nem sempre considerado nesta soma é em relação aos valores dos seguros. No Brasil, por exemplo, eles podem variar até 231%, segundo dados levantados pela TEX, que também demonstraram que o Rio de Janeiro é a cidade com a cobrança mais cara do país.
Além disso, de acordo com o Valor Econômico, o seguro de frota também representa de 10 a 15% no total de todos os custos com uma operação. Ou seja, ignorar a manutenção como um ativo estratégico é também negligenciar uma importante oportunidade de reduzir custos e aumentar a eficiência.
Valor do seguro de frota hoje (Valor Econômico). 10 a 15%Com veículos novos o cenário também não é tão diferente. Foi isso que demonstrou uma pesquisa da Associação Americana do Automóvel (AAA), que calculou que um veículo novo médio perde em torno de US$ 4,7 mil, ou seja, R$ 25,7 mil anualmente em valor de mercado nos primeiros cinco anos.
Imagine então na sua frota, considerando todos os seus veículos: o quanto isso representaria de perda?
Isso nos mostra, portanto, que a manutenção e o conserto veicular deixaram de ser uma rotina operacional, tornando-se uma decisão estratégica que causa impacto direto no orçamento de frotas. Sendo assim, tanto para gestores quanto motoristas isso exige mais do que atenção: cada reparo precisa ser avaliado com critérios rigorosos, planejamento, controle de dados e visão de longo prazo.
Afinal, você sabe quanto sua frota realmente está custando para rodar hoje?
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