Como fazer uma boa gestão de manutenção da frota?

 Como fazer uma boa gestão de manutenção da frota?

A gestão de manutenção de frota está em dia na sua empresa ou você sente que precisa fazer alguns ajustes e melhorias?

Com orçamentos cada vez mais enxutos, as empresas necessitam reduzir seus custos e é nesse ponto que você, gestor de frota, precisa atuar.

Dentro de qualquer administração de frota, a manutenção é um dos pilares mais importantes, e é a partir dela que você pode conseguir excelentes resultados na redução de gastos.

Quer saber mais sobre a logística de manutenção de frotas? Então acompanhe a leitura.

Mas o que é gestão de manutenção de frota?

É a administração que inclui a combinação de atividades técnicas e de supervisão desempenhadas para manter ou recolocar os veículos em pleno funcionamento. Ou seja, ela facilita o planejamento e amplia a disponibilidade e a performance dos automóveis.

E para um melhor gerenciamento da frota você deve priorizar alguns aspectos e realizar acompanhamentos periódicos, como:

  • Verificar a quilometragem rodada;
  • Identificar o desgaste das peças;
  • Saber a idade média da frota da empresa;
  • O número de manutenções por veículo e motorista;
  • A média de custo por manutenção e;
  • A taxa de indisponibilidade da frota.

Gestão da manutenção de frota e manutenção preventiva

Ao realizar a administração da manutenção dos ativos, você consegue programar as revisões por quilômetros rodados, aplicar a lubrificação periódica, calcular o consumo médio de combustível e realizar a troca de pneus no tempo correto.

E o melhor: tudo isso com datas pré-agendadas com base num sistema de gestão de frota ou telemetria.

Quem faz manutenção preventiva ou programada tem mais controle sobre a frota, reduz a ociosidade, prolonga a vida útil e melhora a performance da mesma.

Atualização do histórico dos veículos

Uma gestão eficiente sabe como cada automóvel estava antes e depois de uma manutenção, descreve os problemas mecânicos que foram reparados, quais peças foram trocadas e suas respectivas datas.

Se dois carros iguais são comprados em uma concessionária, ambos são identificados por placa e chassi, já que percorrerão rotas únicas. Assim, é possível realizar uma comparação entre o trabalho dos motoristas e verificar se um dos carros já veio apresentando defeito de fábrica, por exemplo.

Controle das rotas a serem percorridas

Bons gestores também pensam nas rotas que serão percorridas. Imagine colocar veículos em estradas cheias de terra e com muitos buracos?

Com certeza esses percursos vão desgastar mais o automóvel e, futuramente, demandar por mais reparos na parte mecânica. Isso se o carro não acabar quebrando nessas situações.

Em gestões mais eficientes, esses problemas já são minimizados por meio do investimento em sistemas integrativos. Eles podem mostrar se uma estrada está bloqueada por deslizamento de terra, por exemplo, e colaborar com a redução no consumo de combustível e possíveis reparos mecânicos.

Agora, se você não faz administração de manutenção dos ativos, você pode ter algumas dores de cabeça. A seguir, confira quais são as três principais!

1. As decisões da gestão de manutenção não são apoiadas em dados

Quem tenta gerir a manutenção de automóveis com base em achismos e cadernetas está procurando problemas e aumentando os gastos da empresa.

Não há possibilidade de gerenciar aquilo que você não mede, que não tem controle.

Por exemplo: como saber se um carro necessita de manutenção se você não sabe a última vez que o fez? Quantos dias em média um veículo da empresa fica em manutenção? Quando o óleo do carro “x” foi trocado?

Complicado, não é?

Muitos gestores poderiam responder essas e outras perguntas a um clique de distância, dentro de um sistema de gestão de frotas.

2. O tempo de vida útil dos pneus não é acompanhado

Falar em segurança é falar em pneus.

Se o acompanhamento da vida útil dos pneus não é realizado, não é possível saber o momento correto de trocá-los. Dessa forma, rodar com pneus carecas ou mal calibrados pode comprometer a viagem com possíveis acidentes e colocar a vida de diversas pessoas em risco.

3. Aumento do comprometimento das operações

A má administração de gestão de frota pode ter diversas consequências.

Muitos gestores acabam contratando profissionais de baixo conhecimento técnico para realizar a manutenção dos carros. Uma manutenção mal feita pode resultar em acidentes e tempo ocioso nas estradas.

Outro ponto primordial é conhecer a qualidade das peças dos seus fornecedores. Utilizar peças de má qualidade, por serem mais baratas, podem lhe dar um baita prejuízo.

Essas e outras questões podem comprometer a entrega dos produtos, atrasar o transporte de alimentos perecíveis, aumentar o tempo dos veículos em manutenção, além de colaborar com a insatisfação dos clientes. Isto é: aumento de gastos para a empresa.

Concluindo

Você observou como existem vários fatores para serem acompanhados dentro da gestão de manutenção de automóveis?

Por isso, um sistema pode ser utilizado para auxiliar a controlar o estoque de peças, alertar sobre o estado dos pneus, detalhar o histórico de manutenção e os gastos realizados com cada ativo.

Empresas que aderiram a essa tecnologia conseguem disponibilizar mais automóveis para rodar, já que a manutenção da frota está em dia. Com a manutenção em dia, também há redução de gastos com combustível e aumento da vida útil dos veículos, gerando economia para a empresa.

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